Assertividade

A assertvidade tem sido um assunto bastante discutido ultimamente. Muito temos lido ou ouvido falar sobre o comportamento assertivo no trabalho ou na vida pessoal. Mas afinal, o que isso significa?

Assertividade é a competência para expressar idéias, opiniões e sentimentos, afirmando seus direitos sem violar os dos demais. É a habilidade de dizer sim quando se quer dizer sim e dizer não quando se quer dizer não.

Consideremos o comportamento como algo situacional, que pode mudar de acordo com o momento e com a situação. Em função disso, uma mesma pessoa pode ter comportamentos passivos, agressivos ou assertivos, ainda que certamente exista uma tendência maior as pessoas agirem de uma determinada forma.

Para atender as demandas de um mercado competitivo e ágil, um profissional deve ter as características do comportamento assertivo. Este comportamento constrói uma comunicação interna saudável dentro de uma empresa. Saudável porque as pessoas passam a encarar os problemas do cotidiano com naturalidade e os resolvem de forma efetiva.

Igualmente necessária para a vida pessoal, essa habilidade traz bem-estar porque a pessoa sente que tem as rédeas da própria vida em suas mãos. Com isso a pessoa se torna mais autoconfiante e com sua auto-estima equilibrada.

Desenvolver um comportamento assertivo é trabalhoso, uma vez que está diretamente relacionado a crenças e valores originados e influenciados por experiências passadas com a família, na escola, no trabalho, através da cultura, religião, mídia, etc. Se você percebe que alguns comportamentos já não satisfazem suas necessidades, expectativas e objetivos pessoais, é importante que saiba que por se tratar de uma habilidade social, o comportamento assertivo é aprendido através de um programa de treino, elaborado individualmente de acordo com as necessidades de cada cliente.

Ser assertivo é sempre, em qualquer situação, escolher o que é melhor fazer, o momento adequado e o local certo, com cada pessoa do seu convívio, respeitando a si e ao outro.

Giovanna Vasconcelos

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TCC para casais

A falta de tempo ou de habilidade para discutir questões importantes, sejam elas individuais ou do relacionamento conjugal levam a um afastamento do casal, que por sua vez, gera sentimentos como insegurança, rejeição e desamparo.

Estabelecer relacionamentos é tarefa importante na vida de qualquer ser humano. Investimos em relacionamentos para crescermos como indivíduos. Logo, o bom funcionamento do casal depende de trocas, responsabilidades compartilhadas e preponderância de reforçamento positivo.

Fazer um relacionamento funcionar é algo que precisa ser aprendido, treinado.

Após uma avaliação inicial que forneça ao terapeuta dados sobre a dinâmica e funcionalidade de determinados comportamentos, bem como pensamentos e crenças de cada um, será traçado, um programa terapêutico, que deve intercalar sessões individuais e sessões com o casal.

Em terapia, diferentes setores do relacionamento são explorados para detectar as áreas de desequilíbrio e, então, a intervenção é realizada com técnicas especificas como o treino de comunicação, solução de problemas e reestruturação cognitiva. Em busca de padrões de trocas positivas, a comunicação é essencial, portanto, ambos são treinados e aprendem a usar sinais claros, sem ambigüidade, para transmitir suas insatisfações, expectativas, etc., e também para dar e receber feedback. Com isso, cada um adquire a capacidade de tomar a perspectiva do outro.

Um relacionamento saudável é um fluxo contínuo que inclui tanto aspectos negativos quanto positivos. Quando há mudança positiva, os aspectos negativos do outro e de si mesmo podem ser aceitos. Quando há aceitação, isto já é uma mudança que pode por si mesma acarretar outras. Assim, um jogo dialético de aceitação e mudança está na base do tratamento. (Jacobson, 1992; Christensen, Jacobson & Babcock, 1995).

Giovanna Vasconcelos

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